segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Sushi com RFID

O restaurante Blue C Sushi, de Seattle (EUA) serve seus pratos no estilo kaiten – aquele no qual as porções de sushi são servidas em uma esteira rolante, e os clientes vão retirando aquelas que desejarem.

A logística de um sistema assim pode ser um desafio. Os chefs criam pratos e os colocam na esteira, sem saber exatamente qual será seu uso, e devem reabastecer rapidamente os itens de maior consumo. Itens que ficam muito tempo circulando devem ser retirados (o sushi deve ser sempre fresco). Sem uma forma de controlar todo o processo, é muito fácil ter sobras ou falta de estoque, perda de produto e insatisfação do cliente.

Para resolver este problema, o Blue C Sushi restaurante instalou um sistema RFID em cada prato. A etiqueta é codificada para identificar o produto, e o sistema registra o momento no qual ele entra e sai da esteira.

Com isto, o restaurante obteve diversos benefícios, entre eles:

  • Identificação dos itens que estão sendo consumidos rapidamente para reposição.
  • Identificação dos itens que estão há muito tempo na esteira, para que sejam retirados (porque perdem a frescura).
  • Retroalimentação para o sistema de compras.
  • Registro automático do consumo de cada cliente para agilizar a conta e reduzir erros.
  • Estatísticas de consumo dos diversos pratos (inclusive identificado por chef).

A solução completa inclui painéis touchscreen e leitores RFID nas tábuas de corte dos chefes, para que todos o processo seja rápido o prático.

A importância de conhecer estes casos de aplicação do RFID em ambientes mais simples é que muitas vezes fica difícil visualizar os benefícios em sistemas mais complexos. Quando você simplifica o processo como no caso do restaurante (que na prática é uma fábrica com estoque, produção e consumo do material) pode ter uma visão mais clara de como o RFID pode ajudar sua empresa.

Fonte: http://ogerente.com/logisticando

Fábrica da Honda em Manaus tem RFID

A Moto Honda da Amazônia foi buscar no projeto integrado de Track & Trace com tecnologia RFID – identificação por radiofreqüência - implantado pela NEC, a solução para aprimorar o controle no processo de movimentação de peças que resultou em melhoria na cadeia interna de produção. Além da implantação da solução, que compreende a integração de tecnologias como RFID, rede Wi-Fi e código de barras, a NEC em parceria com Honda desenhou o projeto, promoveu a integração de software e hardware, além da operação assistida e o suporte técnico.

Responsável pela produção de mais de um milhão de motocicletas por ano, a Moto Honda da Amazônia tem na intensa movimentação de peças entre o centro de distribuição e as áreas de produção de componentes e montagem de motos, um dos pontos críticos de sua operação. Apesar de eficiente, o controle dessa movimentação precisava de mais precisão, agilidade e capacidade de rastreamento, principalmente em função do crescente aumento da produção para fazer frente à demanda do mercado.

“Apenas no primeiro trimestre de 2007, as vendas à rede atingiram 328.411 unidades, ante 246.555 registradas no mesmo período do ano passado. Com isso, a marca cresceu 33,2% e alcançou recorde de comercialização em um único mês, com 115.624 unidades em março, superando a marca anterior de 114.656 em janeiro de 2007”, conta Carlos Katayama, CIO da Honda América do Sul.

Na prática, por meio de uma etiqueta inteligente RFID, inserida em cada carrinho, passou a ser possível rastrear a produção por meio de portais com antenas de radiofreqüência e também obter informações mais detalhadas sobre seu conteúdo. “Cada vez que um carrinho passa pelos portais, localizados nas entradas e saídas das unidades, eles captam as informações registradas nas etiquetas inteligentes impedindo que, acidentalmente, esses veículos sejam enviados para unidade errada ou em horários que não foram solicitados”, explica Arnaldo Murasaki, diretor de vendas da NEC Solutions Brasil.

Para promover a integração com os sistemas de gerenciamento da Honda, a NEC incluiu no projeto o RFID Manager, um middleware desenvolvido pela empresa e que possibilita a integração das informações coletadas com os sistemas de gestão, como o ERP (sistema de gestão empresarial) e o WMS (sistema de gerenciamento de armazém). “A integração promove a melhoria na automação dos processos, incremento da performance da operação com informações padronizadas, maior controle, mais eficiência e a possibilidade de aumento da produtividade”, comenta Ricardo Bandeira, gerente de TI da fábrica da Moto Honda de Manaus.

A fábrica conta com uma área construída de 135 mil m2, em um terreno de 564 mil metros quadrados. Hoje são fabricadas aproximadamente 3.600 motocicletas por dia, incluindo uma linha diversificada de modelos que vão desde 100cc até 750cc, com um índice médio de nacionalização é de 70%.

Fonte: http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web

São Paulo lança biblioteca que gerencia obras por tecnologia RFID


Projeto foi desenvolvido mutuamente entre o Estado SP e o Ministério da Cultura, onde o sistema por radiofrenquência permite autoatendimento dos visitantes e facilita o inventário do acervo, assim como a segurança de volumes. A obra total foi de aproximadamente R$ 12,5 milhões.
Inaugurada no começo de fevereiro, a Biblioteca São Paulo, localizada no terreno da antiga Casa de Detenção do Carandiru, é a primeira biblioteca pública a usar a tecnologia RFID (identificação por radiofrequência). A solução foi projetada para facilitar a identificação dos volumes e permitir o autoatendimento dos visitantes. O sistema faz a leitura dos livros por radiofrequência, registrando informações das obras, além do gerenciamento de retiradas e devoluções das obras.
Inspirada na Biblioteca de Santiago, no Chile, o investimento do novo espaço custou cerca de R$ 12,5 milhões, sendo R$ 10 milhões do Estado de São Paulo e R$ 2,5 milhões do Ministério da Cultura. O edifício tem a capacidade para receber 800 pessoas por hora. “A ideia é que ela pareça uma “megastore” pública”, explica o Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, João Sayad.
O projeto de gerenciamento na Biblioteca São Paulo foi desenvolvido pela 3M, o qual todos os itens disponíveis – entre 30 mil títulos de livros, 10 mil Cds e DVDs – estão etiquetados com um chip de memória que armazena suas informações, sendo possível rastrear o título e classificá-lo por gênero, autor ou editora. A leitura das etiquetas é feita por meio de um dispositivo portátil e manual, o “Assistente Digital”, que faz a leitura instantaneamente. A solução pode armazenar informações de mais de um milhão de itens e também faz a leitura nas próprias estantes, o que resulta em economia de tempo e praticidade para encontrar algum título desejado.
Uma unidade multifuncional faz o controle de saídas e retornos, o qual processa tanto o código de barras como as etiquetas RFiD nas operações de empréstimo e devolução. A estação de processamento opera conectada a um computador e é compatível com scanners e impressoras. No caso de um visitante preferir o atendimento no balcão, a estação de trabalho 895 da 3M completa o processamento.
De acordo com a fabricante, o autoatendimento é o principal diferencial do centro de leitura. A tela do equipamento de retiradas é sensível ao toque e oferece instruções de uso e processa os títulos disponíveis na biblioteca, fornecendo monitoramento remoto via internet. O detector de múltiplos itens previne a retirada de diversos volumes simultaneamente. A devolução também é facilitada, já que o sistema permite que os funcionários devolvam os materiais para as estantes.
Outro dispositivo foi projetado para a segurança do acervo que, por possui avisos com alarme sonoro e visual quando um item que não foi devidamente emprestado passar por ele. O portal também faz a contagem do número de usuários que passam pela biblioteca, além de identificar qual item está passando por ele em tempo real. “A Biblioteca São Paulo chega com conceitos inovadores e a 3M buscou oferecer o que há de mais novo em gestão de acervo. Nossa expectativa é de que a operação da biblioteca seja fluida, proporcionando aos visitantes um ambiente agradável”, afirma Waldyr Bevilacqua Jr, gerente da divisão de sistemas para bibliotecas da 3M do Brasil.
Acessibilidade
Junto com o projeto de gerenciamento digital dos arquivos, o espaço de 4.257 m² também desenvolveu um projeto arquitetônico de disponibilização de auto acesso para qualquer pessoa que possua deficiência física. São mil exemplares de audiobooks, scanners capazes de converter textos para o braile, mesas especiais com folheadores automáticos de páginas para deficientes físicos e até leitores de livros eletrônicos para deficientes visuais.
Serviço
Funcionamento: de Terça a sexta, das 9h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 19h.
Local: Parque da Juventude - Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 – Santana (acesso pelo Metrô Carandiru)

Entrada gratuita

Fonte: http://www.ipnews.com.br/voip/infra-estrutura/qualidade

Sistema RFID permite a identificação de produtos piratas

Leitor escaneia chip de segurança e emite luz vermelha quando detecta objeto falsificado. Tecnologia será testada em medicamentos.

Duas companhias norte-americanas – Verayo e SkyeTek – desenvolveram um sistema que permite às empresas e consumidores combater a pirataria. Trata-se de uma autenticação RFID de baixo custo que poderá ser implantada nos produtos e que identificará – a partir do uso de um leitor – se determinado produto é ou não falsificado.

A Verayo é a responsável pelo desenvolvimento e introdução dos chips nos produtos. Já a SkyeTek desenvolveu os leitores destes chips. Caso o produto seja falso, o componente emitirá uma luz vermelha. Caso seja autêntico, essa luz será verde.

A aplicação é resultado do uso inteligente de tecnologias simples, mas eficazes. A Verayo desenvolveu uma técnica chamada biometria de silício, algo semelhante à identificação de impressões digitais, e que consegue criar uma tag segura e que não pode ser clonada, ainda que cada chip criado por uma empresa apresente diferenças teoricamente indetectáveis.

O RFID da Verayo usa essas diferenças para identificar cada chip de maneira exclusiva e o leitor da SkyeTek – do tamanho de uma caneta - se encarrega de detectar essas “impressões”.

O sistema será testado para certificar a autenticidade de medicamentos enviados à África. Por enquanto, ambas as empresas trabalham com exclusividade com a GLOBALPCCA, uma associação farmacêutica que luta contra falsificações de remédios. No entanto, o uso da ferramenta para outros produtos não está descartado.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca

Por que usar RFID?

VANTAGENS

A principal vantagem do uso de sistemas RFID é realizar a leitura sem o contato e não necessitando de uma visualização direta do leitor com o Tag.
É possível, por exemplo, colocar o RF Tag dentro de um produto e realizar a leitura sem ter que desempacota-lo, ou, por exemplo, aplicar o Tag em uma superfície que será posteriormente coberta de tinta ou graxa.
O tempo de resposta é baixíssimo, menor que 100 ms, tornando-se uma boa solução para processos produtivos onde se deseja capturar as informações com o Tag em movimento.
O custo do Tag de RF apresentou uma queda significativa nos últimos anos, tornando viável em projetos onde o custo do produto a ser identificado não é muito alto.

Uma solução RFID oferece:


» Capacidade de leitura e escrita de vários TAGs simultaneamente;
» Capacidade de leitura e escrita em movimento, sem necessidade de operadores;
» Identificação automática do TAG , estabelecendo assim uma associação com os dados operacionais ou de gestão;
» A identificação automática elimina erros, é rápida e inequívoca;
» Capacidade de transportar as funcionalidades do sistema para o espaço operacional, simplificando a execução dos processos;
» Leitura e escrita nos TAG s com acesso on-line ao banco de dados;
» Melhoria da rastreabilidade;
» Segurança nas operações remotas;
» Aumento de produtividade das operações;
» Maior eficiência no manuseio de materiais com informações em tempo real das mercadorias e dos endereços;
» Redução de inventário e ativo fixo;
» Redução de mão de obra no trabalho de contagens de entrada e saída de itens;
» As antenas de RFID podem ler até 1.000 Tags por segundo (um leitor manual de códigos de barra levaria em torno de 30 minutos);
» Redução de até 30% no tempo total de manuseios de materiais;
» Total visibilidade através de toda cadeia de suprimentos;
» Maior troca de informação entre empresas, melhor qualidade dos dados e informações;
» Maior ênfase em dados de movimentação, velocidade e precisão;
» Análise instantânea do processo, melhor gerenciamento de exceções;
» Ganho de eficiência em toda cadeia logística;
» Redução de custos.

Em comparação as etiquetas de leitura ótica, os TAGs apresentam as seguintes vantagens:

» Capacidade de escrita e leitura;
» Podem ser reutilizáveis ou descartáveis;
» O desempenho não é afetado por resíduos;
» Podem operar em diversos ambientes industriais;
» Resistentes a altas temperaturas;
» Permitem a leitura através de materiais não condutivos;
» Pouca limitação quanto ao posicionamento do TAG ;
» Nenhuma parte móvel, garantia de alta confiabilidade e durabilidade.

Fonte:


http://www.netcomcorporate.com.br

Breve história

A historia do sistema da transmissão por radiofreqüência tem sua bases no sistema de radares utilizados na Segunda Grande Guerra Mundial. Os países envolvidos na grande guerra utilizavam radares inventados em 1935 pelo físico escocês Robert Alexander Watson-Watt, para avisá-los com antecedência de aviões enquanto eles ainda estavam bem distantes. Porem, os radares não identificavam aliados de inimigos. Foi aí que os alemães descobriram que se seu pilotos fizessem uma determinada manobra (360° ao longo do eixo de simetria) quando estivessem retornando à base iriam modificar o sinal de rádio que seria refletido de volta ao radar. Esse é, essencialmente, considerado o primeiro sistema de RFID.

A Inglaterra, tendo o Sr. Watson-Watt do seu lado, desenvolveu o primeiro identificador ativo de amigo ou inimigo (IFFIdentify Friend or Foe). Todo avião britânico recebeu um transmissor que, ao receberem sinais das estações de radar, começavam a transmitir um sinal de resposta. Os RFID de hoje funcionam pelo mesmo princípio: um sinal é enviado a uma etiqueta eletrônica, que é ativada e reflete de volta o sinal (sistema passivo) ou transmite seu próprio sinal (sistemas ativos).

Nas décadas de 50 e 60, cientistas de varias partes do mundo (Estados Unidos, Europa e Japão) divulgaram pesquisas a respeito de como a energia de radiofreqüência poderia ser utilizada para identificar objetos em varias situações.

No setor comercial, a sua primeira utilização se deu em sistemas antifurto, que utilizavam ondas de rádio para determinar se um item havia sido roubado ou pago normalmente. Foi neste contexto que surgiram os tags (etiquetas eletrônicas), que fazem parte do sistema de RFID até hoje.


Fonte:


http://www.gta.ufrj.br

Foliões de Salvador terão chip RFID no abadá


SÃO PAULO - O Senai/Cimatec (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia) irá instalar um sistema de monitoramento RFID nos abadás do carnaval de Salvador com o objetivo de evitar furtos e fraudes.

Enquanto os foliões estiverem saltando atrás de Ivete Sangalo e Cláudia Leitte com suas camisetas de R$ 1,5 mil reais, uma equipe – ou várias, se quiserem que a tecnologia realmente funcione – estará monitorando cada um deles pela identificação de radiofrequência.

A medida, segundo o Cimatec, é para evitar fraudes e furtos. “Estamos conversando com o grupo que coordena os blocos porque o índice de falsificações e roubos é muito grande e mesmo as medidas já adotadas, como a criação da central dos abadás, que concentra a entrega num mesmo lugar, não conseguiu evitar os problemas. Afinal, um abadá pode custar R$ 1,5 mil, mas um turista estrangeiro é capaz de pagar US$ 1,5 mil para conseguir um no dia do Carnaval”, diz Yan Medeiros, gerente da área de microeletrônica e eletrônica embarcada em entrevista ao Convergência Digital.

Não foi informado se a base de dados que vai consultar as tags RFID terá informações úteis, como tipo sanguíneo, endereço, hotel em que está hospedado, passaporte e se o folião é diabético, o que seria útil em casos de desmaios, já que muitas pessoas não levam nenhum tipo de documento.

Outro desafio para o sistema é a área de cobertura. Os equipamentos mais eficientes de alta frequência, como os utilizados pelos sistemas de pedágio, podem identificar uma tag a uma distância de até 15 metros. No carnaval de Salvador, que sempre atinge lotações inimagináveis, a distância pode ser um grande problema. Se não for feita de maneira correta, será mais uma tecnologia para “inglês ver”.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias

Nova identidade alemã tem chip RFID

Nova carteira de identidade alemã deve entrar em circulação em novembro

SÃO PAULO – Em novembro deste ano, a carteira de identidade em uso na Alemanha será substituída por novo modelo com funções de assinatura eletrônica.

Ela terá a mesma forma e tamanho de um cartão de crédito e, além de permitir a verificação da identidade de forma mais rápida, poderá ter aplicações para compras online e telefonia.

Entre os parceiros do governo estão os institutos Fraunhofer's FOKUS e Fraunhofer Institute for Secure Information Technology SIT. Nessas instituições, os pesquisadores testam a segurança e a funcionalidade dos novos modelos.

A carteira de identidade contará com um chip RFID, e seus dados poderão ser lidos wireless. Para garantir que somente pessoas autorizadas tenham acesso a eles, a informação é protegida por criptografias e protocolos seguros.

O dono do cartão também tem um PIN, código de seis dígitos que autentica o usuário.

Entre as vantagens apontadas está a validação de identidades na Internet (eID) para aumentar a confiança das transações online.

Com seu PIN, o cidadão ativa a eID e pode, além de fazer compras, realizar ligações VoIP. Se os bancos oferecerem o uso da eID, também é possível fazer transações via telefone mais seguras – inclusive para o banco, que tem a certeza de que, do outro lado da linha, está o cliente.

Desde 1º de janeiro, empresas e instituições podem participar dos testes realizados com a nova tecnologia. No futuro, ela poderá ser aplicada também a autenticação via celular: bastaria que o chip RFID da identidade fosse lido pelos aparelhos móveis.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia

Como nos encontrar

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CEP: 13300-340
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Primeiro Congresso Brasileiro de Tecnologia, Sistemas e Serviços RFID

O evento ocorreu em Salvador (BA), nos dias 26 a 29 de agosto de 2010, onde também está o Centro de Excelência em Tecnologia Aplicada do SENAI CIMATEC. Algumas aplicações de RFID desenvolvidas foram expostas durante o evento.

O principal objetivo foi reunir profissionais, empresários, desenvolvedores, técnicos, pesquisadores e investidores que buscam soluções tecnológicas eficientes e competitivas para atender as exigências do mercado nacional e internacional e, assim, promover o desenvolvimento e crescimento do setor.

Aos participantes foi oferecida uma oportunidade única de conhecer estratégias para uma gestão inteligente e eficiente, através do controle total da informação, sem desperdício de tempo, capital, pessoal ou produto.

As palestras foram ministradas por especialistas e usuários de renome, que atestaram os benefícios do uso da tecnologia RFID com apresentação de casos de sucesso. Além disso, foi possível o acesso às inovações e aos avanços do setor durante todo o evento.

Fonte: http://www.congressorfid.com.br/

Exército se moderniza com etiquetas inteligentes














Coronel Luiz Antonio de Almeida Ribeiro entre
as antenas de transmissão que controlam os estoques


A tecnologia de reconhecimento e transmissão de dados por meio de etiqueta com radiofrequência (RFID, da sigla em inglês) foi implementada pela empresa Saint Paul, primeiro em depósitos de São Paulo e Rio de Janeiro, no ano passado.

Juntos, eles controlam, por meio da tecnologia, 150 produtos de 600 fornecedores diferentes. "Começamos o contato há dois anos e vi a necessidade deles, e com isso apresentamos outros parceiros para a implementação", diz Luciana Cabrini, diretora de marketing da Saint Paul.

Até o momento, o projeto compreende uniformes, calçados, capacetes e material de acampamento e está sendo ampliado para os alimentos e produtos de higiene. O exército já investiu R$ 312 mil no projeto.

Segundo o coronel Luiz Antônio de Almeida Ribeiro, chefe do 21º depósito de suprimento e coordenador da iniciativa, apenas uma operação realizada em um único dia compensou quase o valor total, que aconteceu no início deste ano.

Na ocasião, o coronel montou um sistema para a chegada de alunos da Escola Preparatória de Cadetes, em Campinas. Logo que se apresentavam, suas medidas eram tiradas e cadastradas num computador.

Cada registro era relacionado a um item disponível no 21º depósito, identificado com uma etiqueta inteligente e reservado imediatamente. No dia seguinte, cada um dos 600 alunos recebeu caixas com todo o material próprio.

"Antes da automatização, não podíamos correr o risco de um aluno ser impedido de entrar por falta de uniforme, então o exército enviava 30% a mais de cada tamanho de roupa. Desta vez, esse material adicional não precisou nem ser comprado", afirma o coronel, que estimou a economia feita em R$ 208 mil.

Para 2011, a mesma experiência deve ser aplicada para 70 mil soldados, o que deve estender o corte de custos para toda a organização.

Segundo o responsável pelo projeto na organização GS1 Brasil, Wilson Cruz, os resultados imediatos no Exército surpreendem. "Implementações de RFID na iniciativa privada costumam trazer retorno sobre os investimentos entre um ano e um ano e meio", diz.

Planos

Há também um projeto-piloto em andamento para o uso da identificação por radiofrequência em armamentos. O exército estuda formas de tornar rastreável cada parte da arma.

O plano prevê colocar uma etiqueta de forma aleatória em cada armamento, e outras partes serem reconhecidas por meio de raio laser.

O Centro de Tecnologia do Exército, baseado no Rio de Janeiro, também desenvolve um sistema para que o armamento deixe de funcionar se a sua etiqueta inteligente for retirada. "O objetivo é complicar o máximo possível o uso para quem tiver interesse em desviar equipamento militar", afirma o coronel.

Uma dificuldade maior está em levar o controle às munições. Elas possuem fulminato de mercúrio, que reage com a radiofrequência, levando ao risco de explosões. A solução avaliada seria colocar a etiqueta em caixas que armazenam as munições.

O projeto pode parecer de uma simples busca por economia, mas tem um caráter mais estratégico, defende o coronel. Um dos principais conceitos de estratégia militar diz respeito à mobilização — a velocidade com que uma organização de Forças Armadas consegue estar pronta para um combate.

A tecnologia de RFID faz o trabalho de logística ganhar eficiência e controle, o que diminuiria o tempo de mobilização nacional.

O uso avançado de tecnologias que agilizam as operações das força armada terrestre tem atraído atenção. Segundo Wilson Cruz, da GS1 Brasil, a Marinha, Polícia Federal e algumas unidades de Corpos de Bombeiros avaliam adotar a iniciativa.

Até mesmo a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) soube do projeto, por meio da GS1, e demonstrou interesse.

Para o coronel Ribeiro, a maior surpresa foi o pedido de visita ao depósito em São Paulo de representantes da Lockheed Martin, a americana fabricante de armamentos e uma das principais criadoras tecnologias de defesa, responsável pela produção de jatos militares e mísseis.

Fonte: http://www.brasileconomico.com.br/noticias

Visão

Ser uma referência na área de Soluções de RFID, buscando melhoría contínua e trazendo inovações que sejam economicamente viáveis, socialmente justas, ecologicamente corretas e culturalmente aceitas.

Valores

Elaborar soluções que atendam a expectativa do cliente, garantindo qualidade, sustentabilidade, ética, transparência, eficácia e eficiência.

Missão

Oferecer soluções completas e sob medida na tecnologia RFID para Itu e região, agregando valores e cooperando para o desenvolvimento das empresas.

Etiqueta RFID monitora tumor cancerígeno

Deficiências da radioterapia

Apesar de todos os avanços nos tratamentos de radioterapia, os médicos ainda não têm uma forma de saber com precisão a dose exata de radiação que efetivamente atingiu o tumor que está sendo tratado. A simples mudança de posição do paciente faz com que o tumor também se movimente, tirando-o do "foco" da radiação e diminuindo a eficácia do tratamento.

Agora o pesquisador Babak Ziaie, da Universidade Purdue, Estados Unidos, criou um dispositivo que poderá servir como um guia para os médicos, mostrando a posição exata do tumor e relatando a quantidade de radiação que chegou até ele. Após o teste e a aprovaçao, ele foi construído na forma de um chip e em 2006 ficou pronto.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

Etiquetas RFID para os Correios possuem telas de cristal líquido


Grande parte do trabalho feito diariamente pelos Correios já está automatizado, graças ao código de endereçamento postal, o nosso conhecido CEP. Mas, em comparação com outros trabalhos de logística, a automação poderia ser bem maior, aumentando a velocidade na entrega das correspondências e diminuindo os custos.

Uma das maiores dificuldades na automação das tarefas de entrega de correspondências e encomendas está no fato de que o mesmo envelope ou pacote deve ser lido indistintamente por pessoas e máquinas - ambos devendo retirar do pacote exatamente a mesma informação. E os códigos de barras já atingiram seus limites na tarefa de permitir que as máquinas saibam do que se trata o texto escrito nas etiquetas de endereçamento.

Pensando nisto, pesquisadores do Instituto Fraunhofer, Alemanha, criaram uma nova etiqueta RFID - "Radio Frequency IDentification", ou identificação por rádio-freqüência, uma etiqueta contendo um minúsculo microchip capaz de guardar uma quantidade de informações muito maior do que é possível colocar em um código de barras - com a grande vantagem de que a informação pode ser lida automaticamente à distância por leitores sem fio, sem a necessidade de que o pacote seja colocado na frente de um visor a laser. Alguns tipos de etiquetas RFID permitem até mesmo que a informação seja atualizada à medida em que a mercadoria vai passando em cada etapa ou ponto de checagem.

A nova etiqueta RFID para utilização nos Correios tem ainda uma vantagem adicional: ela incorpora uma pequena tela de cristal líquido. Com isto, não apenas os equipamentos automatizados conseguem ler todos os dados do pacote, mas os carteiros também podem visualizá-la sem necessidade de nenhum equipamento, já que as informações são mostradas na tela.

As etiquetas, que podem ser lidas tanto eletronicamente quanto visualmente, foram batizadas de D-RFID, com o D equivalendo a "display" ou tela. Elas não têm baterias e a energia para seu funcionamento é fornecida pelo equipamento de leitura sem fio. A energia chega à etiqueta na forma de ondas eletromagnéticas emitidas pelo leitor.

Devido ao custo elevado, as etiquetas D-RFID serão reutilizáveis e deverão operar por um período entre quatro e cinco anos. Seu principal uso deverá ser nos contâineres, grandes caixas que empacotam várias correspondências para destinos comuns.

As etiquetas ficaram prontas para uso prático em 2008.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

The Future Market

RFID dá voz a crianças que não falam

Logan ProxTalker, é um aparelho que permite a crianças com problemas de fala consigam expressar-se através da orquestração de sons.

O aparelho, do tamanho de um pc portátil, toca um som correspondente à tag detectada. Tag esta que identifica uma palavra ou uma frase.

O aparelho permite que a criança ouça o som de cada vez que a tag seja detectada e que compile as diversas palavras de forma a construir frases mais complexas. O aparelho permite ainda gravar novos sons de forma a expandir a sua usabilidade.


Fonte:


http://www.portalrfid.net



Causas Ambientais

A AMG já plantou mais de 300 árvores em um terreno de sua propriedade, sendo que todas as árvores contém etiquetas RFID e são monitoradas durante todo seu desenvolvimento, até o processamento nas indústrias que produzem a etiqueta RFID de celulose. Por serem monitoradas, quando atinge um certo número de árvores, aquelas que foram retiradas são reflorestadas, garantindo assim, sustentabilidade.

Rastreamento de ônibus escolares


As rotas dos ônibus escolares devem ser previsíveis, mas elas sempre precisam de otimização ao mesmo tempo em que fazem da segurança a prioridade máxima. Uma implementação RFID pode ajudar um conselho escolar a avaliar se um ônibus está seguindo sua rota predefinida e determinar métricas em torno da adesão de planejamento. Além disso, eles podem acessar funções de telemetria que determinam quantas vezes os braços de segurança na parte frontal dos ônibus são levantados ou abaixados.
  • Uma solução RFID pode fornecer melhor segurança tanto para alunos como para motoristas, maior otimização e eficiência de rotas, comunicação aprimorada com pais no caso de uma quebra de um ônibus.
  • A melhor otimização das rotas pode reduzir custos no consumo de combustível, manutenção e seguro.
  • Uma solução de gerenciamento de frotas também pode ser integrada com um sistema de cartões de estudantes com RFID. O sistema poderia registrar quando e onde os estudantes embarcaram e desembarcaram de um ônibus escolar, prevenindo assim que os estudantes peguem o ônibus errado, desçam acidentalmente na parada errada ou, o mais importante, sejam deixados para trás em um ônibus vazio.
Fonte: http://www.ibm.com/br/ibm/ideasfromibm/rfid

Tratando Pacientes

Por muitos anos, os sistemas RFID têm acompanhado onde os pacientes estão em um ambiente hospitalar. Mas novos sistemas podem ajudar a relatar como eles estão também. As etiquetas RFID podem ser integradas a equipamentos médicos de monitoramento para transmitir remotamente dados sobre a saúde do paciente e alertas de emergência. E enfermeiras carregando telefones wireless voice-over-IP (VoIP) podem acessar instantaneamente informações do equipamento de monitoramento, incluindo pressão sangüínea, nível de oxigênio e até mesmo imagens de eletrocardiograma.
  • Os sistemas RFID podem reduzir dramaticamente erros de medicação, que representam entre $25 a $50 milhões dos custos anuais associados.
  • Os sistemas remotos podem reduzir o número de consultas de pacientes para registrar informações de diagnóstico, liberando fornecedores e aprimorando o fluxo de pacientes.
  • Os sistemas de acompanhamento também aprimoram a utilização de recursos e reduzem futuros gastos em equipamentos com etiquetas, tais como bombas intravenosas, através do recurso de acompanhamento wireless em tempo real.
Fonte: http://www.ibm.com/br/ibm/ideasfromibm/rfid

Causas Sociais

A AMG além de abater seus impostos fazendo doações à APAE, também destina 1,5% da sua margem de lucro líquido para outras instituições como a ASSATEMEC, incentivando a música e a cultura, e também para a FASAM, oferecendo inclusive curso de informática básica.

Fornecendo Itens Frescos


A AMR Research declarou que para a maioria dos merceeiros, itens frescos são responsáveis por 50 por cento dos lucros, mas respondem por 60 por cento da depreciação–itens perdidos por desperdício ou roubo. O acompanhamento da temperatura dos produtos perecíveis à medida que eles se movimentam pela câmera fria pode aprimorar a qualidade e a duração da vida útil de produtos frescos, tais como frutas e vegetais. Da fazenda para o centro de processamento para a caçamba do caminhão até a doca de entrega, uma solução RFID pode ajudar merceeiros a identificar locais na cadeia de suprimentos onde a produção pode ficar muito quente ou muito fria e ajustar estas condições apropriadamente.
  • O RFID pode economizar potencialmente centenas de milhões de dólares anualmente para uma grande cadeia de lojas e cortar pela metade os 60 por cento de perda.
  • O merceeiro pode conhecer a quantidade precisa e a qualidade dos produtos, digamos tomates, em sua cadeia de suprimentos em um determinado período, e portanto responder imediatamente às necessidades individuais da loja.
  • Com o RFID, os merceeiros podem comprar inventários através de uma estrutura de custo variável–relacionada com o rendimento real dos tomates após o processamento.
  • O volume pode aumentar e os períodos de empacotamento diminuir–possibilitando que os merceeiros reimplementem a equipe de maneira mais eficiente.
Fonte: http://www.ibm.com/br/ibm/ideasfromibm/rfid

Rastreando Drogas


Drogas falsificadas representam um problema que custa caro e é potencialmente mortal. Uma maneira de combater o problema é rastrear e acompanhar drogas legalizadas utilizando etiquetas RFID, mantendo um registro da cadeia de custódia em todo o percurso, desde a fabricação até às prateleiras da farmácia. As implementações de acompanhamento e rastreio agora estão sendo exigidas pelo governo e por autoridades administrativas no mundo inteiro, já que a segurança dos produtos e dos pacientes é uma preocupação global.

  • Quando totalmente implementada, uma solução RFID para até mesmo uma única marca pode fornecer benefícios estimados em $11 milhões por $1 bilhão de drogas por ano, de acordo com a Healthcare Distribution Management Association.
  • As etiquetas RFID podem auxiliar o cumprimento da lei. Se um ladrão é apanhado com um frasco que foi etiquetado, a autenticidade da droga, sua origem e possivelmente a origem da qual o ladrão a adquiriu, podem ser identificados.
  • As etiquetas RFID também podem auxiliar potencialmente no caso de um recall de produtos. Ao invés de retirar cada frasco de um produto das prateleiras, as etiquetas possibilitarão que varejistas ou farmácias identifiquem quais frascos são do lote afetado e retirar apenas os suspeitos.
  • Finalmente, o RFID pode ajudar a indústria farmacêutica a gerenciar sua cadeia de suprimentos de maneira mais eficiente, com sua habilidade de fornecer atualizações em tempo real nos sistemas de inventário.
Fonte: http://www.ibm.com/br/ibm/ideasfromibm/rfid

RFID de papel

As etiquetas RFID propriamente ditas foram fabricadas inteiramente de papel e de lignina, uma parte integrante das plantas.

Isto é importante para reduzir o custo das etiquetas e para não interferir no processamento da madeira industrial, que é triturada e transformada em pasta para a fabricação de papel ou placas de madeira pré-moldadas.

A etiqueta RFID não precisa de bateria para funcionar: ela recebe do leitor a energia necessária para que a etiqueta transmita seu número de identificação.

Na verdade, esta antena é a única parte da etiqueta que é feita de metal, mas na forma de uma película flexível e tão fina que, segundo os engenheiros, não ultrapassa os níveis típicos de impurezas encontradas na superfície da madeira.

Quando é grudada na árvore, a etiqueta recebe o seu número individual. Ao mesmo tempo, uma base de dados compartilhada entre indústria e autoridades de fiscalização é atualizada, ligando aquele número a todas as informações sobre a árvore, incluindo espécie, coordenadas geográficas de localização, ano de plantio, autorização para corte etc.


Fonte:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

PARABÉNS


A Empresa AMG – Soluções RFID completa hoje 2 anos de mercado, ajudando você a ter um serviço de ótima qualidade, implementando processos de identificação, rastreabilidade e controle nas mais diversas aplicações com essa tecnologia.

Obrigada a todos os nossos clientes pela fidelidade e colaboração ao blog.


Rastreamento da madeira

Os engenheiros adaptaram a tecnologia de rastreamento sem fios - as chamadas etiquetas RFID - criando uma nova etiqueta inteligente feita inteiramente de papel e celulose.

Desta forma, o microtransmissor de rádio pode ser fixado na árvore e lá permanecer, inclusive entrando no processo produtivo da madeira sem representar um corpo estranho que atrapalhe o processo industrial.

Monitorar a origem e a rota seguida por uma árvore extraída de uma floresta é algo essencial tanto para a indústria madeireira legalizada, que precisa monitorar e otimizar seus recursos e para organizações responsáveis pelo manejo sustentável de áreas florestais, quanto para o poder público, que deve fiscalizar e coibir a extração de madeira ilegal.

Cada etiqueta inteligente possui em sua memória um identificador único, uma espécie de número de identidade de cada árvore. Para verificar quais árvores foram cortadas, ou para fiscalizar a carga de um caminhão de madeira, tudo o que é necessário fazer é passar com o caminhão sob um portal de leitura.

O portal é na verdade uma grande antena, que lê os números de cada etiqueta, sem a necessidade do descarregamento de nenhuma tora da carga.

Isto facilita e acelera o processo produtivo, mantendo o ritmo necessário de transporte e descarregamento para a indústria, e permite que a fiscalização verifique toda a carga, inibindo o conhecido truque de colocar toras de madeira de lei, cuja extração normalmente é proibida, por debaixo de toras de madeira com extração autorizada.


Fonte:


http://www.inovacaotecnologica.com.br

Segurança em Aeroportos

Os sistemas RFID podem melhorar o conforto e a segurança aeroportuária com aplicações no controle logístico, manutenção preventiva, controle de tráfego, identificação de bagagens, entre outros. Em testes realizados pelas linhas aéreas britânicas, utilizando a tecnologia RFID, a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) concluiu que a tecnologia é uma prática recomendada para identificação eletrônica de bagagem de passageiros. Duas companhias, American Airlines e British Airways, já usam a tecnologia no alerta automático de manutenção preventiva e na identificação de bagagens, aumentando a segurança dos voos e a satisfação dos passageiros (TI-Brasil: 2001). Por Sandra Regina Matias Santana.

Controle de Frotas e Pedágios

O abastecimento de frotas de ônibus ou transportadoras pode ser controlado com a tecnologia RFID fixando-se um tag na boca do tanque de cada veículo, cujo número serial único é identificado por um leitor instalado no bico da bomba que libera o abastecimento. O tag também pode ser instalado no para-brisa dos veículos e a identificação para liberação do abastecimento é feita por uma antena instalada próximo à bomba. Para evitar rotas de fuga dos pedágios que colocam em risco a carga e a vida de pessoas, concessionárias e transportadoras podem adotar um cartão ID no qual são inseridos créditos. Quando o veículo passa pela cabine de cobrança o valor do pedágio é descontado, tornando a passagem mais rápida. A rota dos veículos também pode ser rastreada online por antenas instaladas no percurso que enviam informação para a central de controle, facilitando a localização em casos de roubo. Registro de pesagem de caminhões é outra aplicação muito comum. Quando o caminhão entra na balança ele é automaticamente identificado e pesado, proporcionando uma operação ágil e segura. O sistema também permite coletar dados durante o trajeto que será lido no momento da pesagem (TI-Brasil: 2001). Por Sandra Regina Matias Santana.

Fim do Desmatamento

Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos EUA, implantaram em sequóias tarjas RFID com sensores de umidade, temperatura, luz e pressão atmosférica. A idéia é avaliar as condições ideais de crescimento das árvores e melhorar projetos de preservação. Se o custo da etiqueta baixar, será possível monitorar cada metro de uma floresta e até identificar autores de desmatamento.

Fonte:

http://super.abril.com.br/

Gerenciamento do lixo

A eliminação de lixo pode fazer uso de sistemas RFID, devido ao custo de despejo e o crescente rigor nas legislações ambientais. Com um melhor gerenciamento do lixo, como calculo automático de quantidade, manutenção dos aterros sanitários e ajuda a distribuir responsabilidades e custos de maneira mais crível. Além de ajudar em sistemas de gerenciamento ambiental, posto que o Brasil, como em outras partes do mundo, a legislação prevê penas a quem de alguma forma danifica o meio, pois como expresso no artigo 225, caput da Constituição Federal, o meio ambiente é bem de uso comum do povo.
Sendo o Brasil um país de grande produção rural, a Lei n.º 7.802/89 dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Em algumas cidades do mundo, já existem sistemas RFID para controle de lixo, onde as tags são colocadas nas latas de lixo e os caminhões de coleta tendo leitores específicos.

Fonte:

http://pt.wikipedia.org

Tag verde

Apesar de conhecermos alguns dos incontáveis benefícios que a tecnologia RFID pode trazer, devemos levar em conta também a questão ambiental. As etiquetas após serem produzidas em larga escala e utilizadas para vários fins, assim como qualquer objeto descartável, terá como destino o meio-ambiente. Pensando nisso, empresas discutem a viabilidade e eficácia de tags desenvolvidas com materiais biodegradáveis.

Venha Trabalhar Conosco

Estamos selecionando pessoas para trabalhar conosco nas seguintes áreas: RH, TI e Vendas.
Favor enviar curriculo para: amgfatec@gmail.com
Obrigada!!

RFID - Rastreamento de documentos

Assistam esse vídeo que fala de mais uma das utilidades do RFID.
Comentem!

RFID em humanos, você é contra ou a favor?

Dentre as inúmeras possibilidades de utilização da tecnologia RFID, está o uso em seres humanos. Pesquisadores sugerem a implantação do chip RFID  embaixo da pele. Esse chip poderá transmitir inúmeras informações que vão desde registro de saúde até antecedentes criminais. Ficção científica torna-se realidade. 
Sabemos que o potencial tecnológico hoje foge ao conhecimento de muitas pessoas. Cabe a quem decidir o limite do uso dessa tecnologia? Em qual caso o uso dessa tecnologia em humanos seria aceitável? 
Comentem, gostaríamos de saber a opinião dos nossos clientes e internautas.





Identificação Animal

Identificação Animal
Identifica e monitora gado com a finalidade de gerenciar seu desenvolvimento atualizando informações, tais como; peso, raça, nascimento, vacinas, etc.

Rastreamento no transporte

Rastreamento no transporte




Produtos em trânsito podem ser identificados e rastreados desde de seu embarque até entrega final. Os tags podem ser colocados nos pneus dos caminhões, permitindo seu rastreamento durante todo o percurso.

Controle de Estoque e Distribuição

Estoque e Distribuição
Visibilidade total dos itens. Histórico completo do inventário. Permite drástica redução do níveis de estoque. Facilidades nas entregas “Just–in-time”. Permite controle total da produção e de sua organização. Permite drástica redução do “lead-time”. Redução de tempo nas docas. Maior velocidade no tempo do “sort/pick”. Maximiza espaço nas prateleiras. Permite alto nível de segurança, diminuindo recontagens, reduzindo assim os erros envolvidos nesse processo.

Aplicações da tecnologia

Montadoras automotivas

O Tags é aplicado desde a inserção do monobloco na linha, acompanha o veículo ao longo do processo de montagem, passando pelo forno de pintura, até o controle de qualidade final. O uso da RFID possibilitou o aumento da flexibilidade de produção, podendo-se fabricar diversos modelos e configurações em uma mesma linha produtiva. A indústria de auto peças também tem utilizado a RFID em larga escala, na identificação em linhas de faróis, sistemas de ar- condicionado, motores, etc.

O que é RFID?

RFID(Radio Frequency Identification-Identificação por rádio frequência) também conhecida como etiqueta inteligente, tem funções similares às do código de barras.
 Os dados são recuperados e armazenados remotamente através de dispositivos chamados de tags RFID.
Uma tag RFID é um pequeno objeto, que pode ser colocado em uma pessoa, animal ou produto.
A principal vantagem do uso de sistemas RFID é realizar a leitura sem o contato e não necessitando de uma visualização direta do leitor com o Tag.
O tempo de resposta é baixíssimo, menor que 100 ms, tornando-se uma boa solução para processo produtivos onde se deseja capturar as informações com o Tag em movimento.
O custo do RFTag apresentou uma queda significativa nos últimos anos, tornando viável em alguns projetos onde o custo do produto a ser identificado não é muito alto.

domingo, 3 de outubro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A empresa



A AMG – Soluções RFID, é pioneira na cidade de Itu. Foi fundada com a missão de oferecer soluções completas na tecnologia RFID para Itu e região.
Nossa empresa trabalha para implementar processos de identificação, rastreabilidade e controle, nas mais diversas aplicações dessa tecnologia.
Este espaço visa concentrar informações sobre RFID, divulgar os Serviços prestados pela nossa empresa, esclarecer dúvidas e discutir temas que envolvam o universo dessa fantástica tecnologia.

Iniciamos através da criação desse blog, uma nova fase da AMG - Soluções RFID em relação as suas práticas de comunicação. Esperamos receber muitas contribuições, sugestões e, sobretudo críticas construtivas ao nosso trabalho. 
Compartilhem conosco suas questões. 
Bem Vindos Internautas !!!